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    terça-feira, 11 de julho de 2017

    Prive Contos Eróticos - MEU CARRO QUEBROU E EU FUI ENRRABADO

    Sou o Tadeu, 35 anos, 1,72, 70 kg, moreno,peludo, cabelos e olhos castanhos e uma barba escura e serrada. Adoro comer uma bunda de homem, principalmente se forem daqueles machões brutamontes que nem eu. A história que vou contar começou há seis meses e dura até hoje.
    Sempre levei meus carros em uma oficina mecânica pequena e onde o proprietário, Artur, fazia as vezes de mecânico, pintor, e o que precisasse. ele era um cara legal, 42 anos, moreno, forte, um pouco barrigudinho, altura 1,75, sobrancelhas grossas e pretas e a barba sempre por fazer. Na minha cabeça imaginava ter alguma coisa com aquele homem, mas não via chances para tentar, pois nosso assunto era apenas sobre o conserto do carro.
    Certo dia meu carro me deixou na mão em plena rua. eram 17hs, como tinha o tel celular de Artur e a oficina era próxima, resolvi ligar. Em 15 minutos ele já estava no local. examinou o carro, conseguiu fazê-lo pegar mas me disse que teria que levar para a oficina pois o conserto só poderia ser feito lá. Então entramos no carro, Artur dirigindo, e fomos para oficina. o visual daquele machão delicioso dirigindo meu carro me encheu de tesão. ele vestia um macacão azul, surrado, sujo de graxa, totalmente aberto, onde eu podia ver aquele chumaço de pêlos escuros para fora, braços fortes peludos e as mãos grandes no volante do carro. sem que ele percebesse enquanto conversávamos eu olhava para seu volume, que era bem tentador, parecia até que estava sem cueca, pois sua rola destacava-se no macacão azul. estava ali no lado esquerdo e só formato dela já me provocava.

     No caminho ele puxou um assunto sobre um cliente que naquele dia tinha dado uma cantada nele, mas que ele não havia topado, o interessante foi como ele falou: não é que eu tenha nada contra, mas o cara tem que ser jeitoso, não é um bagulhão daqueles que vai me fazer gozar. ao dizer isso, ele coçou o saco de uma forma tentadora, e eu nem sei como consegui disfarçar, mas nada rolou no carro. ao chegarmos a oficina, Artur estacionou o carro e verificou novamente o motor, estava calor, a oficina já fechada, ele então abriu o macacão, deixando aquele tórax lindo pra fora, ficou só com a calça.

    Os pêlos não se resumiam só ao tórax, as costas também eram muito peludas, o que só aumentou meu tesão. Eu nessa hora meio que vacilei, pois comecei a tremer de tesão e nervoso. Então marquei com ele para pegar o carro no outro dia, que seria uma sexta feira. Quando saí, meu corpo fervia de tesão, minha cabeça fervilhava com perguntas que eu não tinha respostas, pois eu acabara de perder uma chance de ouro para transar com aquele macho. Pensei que não teria mais chance. No dia seguinte, cheguei propositadamente no final do expediente, bati na porta e Artur veio atender. Abriu a porta e lá estava ele com o macacão pela cintura, aqueles pêlos me tentando, minha vontade foi agarrá-lo ali mesmo, mas me segurei. Quando nos falávamos senti que ele estava com um bafo de cerveja, e já algo calibrado, pois andava até meio trôpego, isso me deixou bastante animado. Depois de me mostrar o motor, ele encostou no carro e começamos a conversar sobre o defeito(que já estava sanado).
    Durante a conversa ele alisava sua rola de uma forma carinhosa, como se quisesse que eu a pegasse. me olhava fixamente, com aquele olhar de garanhão. eu já não me agüentava. então fui direto no assunto: - sobre aquele seu cliente de ontem, e se fosse eu que te cantasse? quando falei, nem dei tempo para ele responder, logo peguei a rola na minha mão, e que delícia, era grande estava ainda adormecida, mas podia sentir toda aquela gostosura na minha mão. ele então me disse: - Vamos lá para dentro, a gente pode ficar mais a vontade. ao chegarmos num pequeno escritório, ele foi logo descendo o macacão. O visual não poderia ser melhor, como imaginava ele estava sem cueca, a rola agora dura realmente era enorme, grossa, a cabeça roxa e brilhante de tanto tesão, o saco grande, com dois bagos enormes e pesados que mais pareciam duas pedras, tudo isso no meio de duas coxas, grossas e peludas. não podia ser melhor, aliás era melhor do que eu imaginava. - Aí doutor, vem chupar minha rola - ele convidou. sem perder tempo, comecei a chupá-lo como se tivesse com um delicioso picolé na mão, passava a língua pela cabeça da rola dele que latejava de tesão, quando eu passava a língua pelo saco e engolia os bagos Artur simulava uma punheta em camera lenta, apenas para aumentar seu tesão.
    Alcancei a sua bunda e, como ele não demonstrou rejeição, mergulhei meus dedos por entre seu rabo. No meio de todos aqueles pêlos, descobri seu cuzinho, que acreditem estava piscando, e isso mais atiçava Artur. O suor escorria pelo seu corpo. Passei a lamber toda sua virilha suada, engoli seu saco cabeludo, chupava suas pernas, enfiei minha língua no seu cuzinho que piscava de tesão, mordia a entrada, ele me chamava de seu macho, seu peludinho, me xingava de filho da puta. Voltei a lamber sua virilha que tinha um sabor dos deuses. Abocanhei seu caralho, sugava com vontade. Artur me mandava chupar mais ainda. - Vai seu puto! me chupa como homem, desgraçado! isso me deixava louco de tesão. Sem perder tempo, ele mandou que eu tirasse a roupa. Quando fiquei pelado, ele pediu para que eu o deixasse me comer, falei que nunca havia transado como passivo e que seu pau iria me arrebentar, ele então foi pegar um pote de vaselina. Me agarrou com violência, me colocou na posição de frango assado e começou a chupar o meu cu, me deixando louco. Depois encostou seu mastro na entrada do meu cu e começou a forçar passagem, mas o pau dele era grande demais.
    De repente a cabeça do pau entrou mas automaticamente dei um pulo e o tirei de dentro de mim. Isso o deixou mais louco ainda. Com uma tesão sem tamanho, ele repetiu o processo, encostando de novo seu cacete na portinha. Eu parei de me debater e suava frio. Artur foi pressionando, firme. Começou a doer e a arder. Num dado momento a resistência ficou menor e ele empurrou tudo. Doeu muito e gritei. ele então tirou rapidamente, me pedindo desculpa. Depois me virou de frente e subitamente ficou parado me olhando como se me quisesse dizer alguma coisa. -O que foi? - perguntei, - É que eu tava querendo fazer uma coisa, mas... - Que coisa? - Mas se me chamar de viado eu te encho de porrada! - Ok - respondi, imaginando já o que ele faria.
    Então ele abocanhou meu pau inteiro e começou a me chupar. e o danado tinha experiência! segurava a base do meu cacete e chupava com maestria e com a outra mão massageava minhas bolas. Estava maravilhoso, aquela boca quente envolvendo meu pau, a barba áspera roçando meu saco. - Dá sua porrinha pro Artur! - ele disse. E chupava, engolia o cacete todo, lambia da base até a cabeça, voltava a colocar todo ele em sua boca, vez por outra abocanhava minhas bolas chupando uma depois a outra, eu estava louco de tesão e gemia alto, acariciando sua cabeça. não demorou muito e avisei que iria gozar. ele afundou tanto meu pau em sua garganta que seu queixo barbudo roçava em meu saco, deixando-me completamente louco. Abri minhas pernas, enquanto segurava a cabeça dele no meu pau. o gozo veio como uma explosão e os jatos encheram a boca do meu mecânico, que engolia tudo, sem desperdiçar nem uma gota. Depois ele se levantou e me beijou. - Sua porra é legal - ele disse. - Tem gosto de cerveja. Eu sorri, achando engraçado. Nunca tinha ouvido falar que porra tivesse gosto de cerveja. Artur me abraçava, me beijava, roçava sua barba no meu peito peludo, lambia e chupava meus mamilos e me apertava com aquelas mãos rudes de macho que pega no pesado. Não demorou muito e eu estava novamente de pau duro. Artur então se colocou de 4 na minha frente e pediu: - Vem meu garanhão, fode meu cu! Não perdi tempo, peguei a vaselina, lambuzei seu cuzinho que piscava pedindo vara, lambuzei meu pau para que aquilo fosse o mais confortável possível para ele e para mim, e então iniciei minha investida, seu cuzinho era delicioso, apertadinho, quente, uma maravilha!
    Fui vendo meu pau sumir dentro daquele mecânico como se estivesse sendo devorado, ele gemia e pedia mais, quando estava todo dentro fui iniciando um vai e vem, fui acelerando as entradas e saídas, tirava até a ponta da cabecinha e enfiava tudo de novo com força, ele adorava. - Vai cavalão! Me come com força, seu filho da puta! - ele pedia. - Me enfia esse caralho gostoso, meu cavalão. Suas palavras me levavam ao delírio. Estava todo atolado na sua bunda, que cena linda, ver aquele puta machão de quatro, eu por cima segurando os seus quadris, enfiando e saindo, ele rebolando e pedindo mais vara era simplesmente o máximo.Com meu pau todo lá dentro, montei nele e enfiava a língua na sua orelha. Já estava perto do gozo, quando ele disse que queria cavalgar, eu aceitei. Fiquei de barriga pra cima e ele sentou gostoso. Senti seu cú engolindo minha vara inteira de uma só vez. Seu pau batia em minha barriga, de tão grande que era. Me puxou e nos abraçamos, ele com minha rola toda enterrada em seu cuzinho que piscava de tesão. Beijei-o muito gostoso. Como beija aquele mecânico! Comecei a bater uma punheta pra ele que rapidamente avisou que ia gozar. Sem tirar o pau de dentro do seu cu, ergui a cabeça e apontei aquele pauzão para minha boca.
    Ele soltou um hurro e começou a esporrar abundantemente no meu peito e cara. Parecia um cavalo gozando! Engoli o que pude com vontade, enquanto gozava dentro dele, deixando aquele rabo completamente encharcado de porra. Ficamos nessa posição até voltarmos ao fôlego normal. Finalmente nos levantamos e fomos tomar um banho mangueira nos fundos da oficina. Depois fomos tomar uma cerveja e, como estava ficando tarde, ele me pediu se podia deixá-lo em casa. Dei carona pra ele e me convidou a entrar. Já no apartamento, ainda nos restou um pouco de forças para carícias múltiplas, explorando os nossos corpos ao mesmo tempo que nos beijávamos ardentemente, tocando bigode com bigode, língua com língua, eu sentindo sua barba, seu cheiro de macho... que delícia!... Isso aconteceu há 6 meses, de lá pra ca meu carro não deu mais nenhum defeito, mas sempre que dá, eu e Artur nos encontramos para uma boa trepada entre machos!
    Ainda não consegui deixar que ele comesse meu cu e ele tem sido paciente, mas não sei até quando!...


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