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    quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

    DEI CARONA PRO POLICIAL E ME FODI, OU MELHOR, FUI FODIDO!!

    Eu estava viajando de carro pelo interior a trabalho e quando faço isso fico fantasiando uma foda à beira da estrada,     como nos contos que leio.
    Eu estava dirigindo por 
    uma rodovia e quando me
    aproximava de um 
    posto rodoviário, 
    avistei um policial
    pedindo carona (algo normal
    nessa profissão). Não pensei
    duas vezes e parei o carro
    logo à frente para dar
    carona pra ele. Olhei pelo
    retrovisor e o vi vindo em
    minha direção.
    Ao chegar ele disse: – E aí,
    tchê, podes me dar uma
    carona?
    Perguntei aonde ele iria e
    era justamente para a
    mesma cidade que eu estava
    indo. Quando ele abriu a
    porta do carro, olhei bem pra
    ele dos pés à cabeça e me
    deliciei. Um macho grandão,
    alto, devia ter 1,95 m, de
    farda e umas coxas grossas.
    Aparentava ter 38 anos.
    Ele sentou no banco do
    passageiro e eu dei uma
    encarada na mala. Nossa,
    que volume gostoso! Ele
    percebeu a encarada, mas
    não falou nada.
    Como a viagem iria demorar
    mais de uma hora, tratei de
    puxar assunto, pois ele ficou
    quieto e com cara de mau. Eu
    estava adorando a situação
    e não iria perder a
    oportunidade. Mesmo que
    não desse em nada, iria
    tentar.
    Comecei a fazer perguntas
    pra ele pra quebrar o
    silêncio, cheguei logo às
    perguntas com segundas
    intenções e dei a entender
    que eu sou gay. Perguntei se
    ele era casado e ele disse
    que sim. Depois fui mais
    ousado e disse:
    – Tu deves comer muita
    mulher por ai, né?
    Ele, meio cabreiro,
    respondeu:
    – Quando surge a chance,
    meto mesmo...
    Vi que ele estava curtindo o
    papo e deu uma pegada na
    mala, que cresceu um pouco.
    Enlouqueci com aquilo. Quis
    provocar mais e comentei:
    – A mulherada deve gemer
    muito nesse cacete, hein...
    Pelo que estou vendo, é
    grandão!
    – São poucas as que não
    gemem, porque meto sem
    piedade!
    – Nossa, se for isso tudo
    mesmo, tu é um garanhão! –
    exclamei.
    – Monto pra valer e tiro só
    quando encho de porra, mas
    o que eu mais curto elas não
    gostam de fazer...
    – E o que é que tu mais
    curte? – perguntei.
    – Comer um cu com vontade.
    Mas elas não aguentam...
    Não perdi tempo e soltei:
    – Não seja por isso, eu
    aguentaria essa rola com
    prazer!
    Ele deu um sorriso sacana e
    disse:
    – Sabia que tu queria rola,
    seu putinho...
    Foi logo tirando pra fora e
    quando vi aquela rola meia-
    bomba, pirei! Tinha uns 23
    cm e grossa.
    Avistei uma estradinha meio
    deserta perto de uma
    plantação e tratei de entrar.
    Parei o carro e caí de boca
    no cacete do policial
    gostosão. Ele deitou o banco
    do carro pra trás e abriu
    bem a calça da farda. Me
    mandou mamar com vontade
    e lamber suas bolas. Ele
    tinha umas bolas peludas e
    grandes e como o tesão era
    muito, não me importei com
    isso, queria dar e sentir
    prazer com minha fantasia
    sendo realizada. Mamei com
    vontade e engolia aquele
    cacete até me engasgar. Ele
    adorava, forçando minha
    cabeça para o pau dele ficar
    mais tempo na minha
    garganta. Ele abriu a camisa
    da farda e vi um peito e uma
    barriguinha peluda. Mamei
    com mais vontade ainda,
    estava louco por pegar um
    macho fardado daquele. Ele
    gemia alto e falava
    palavrões:
    – Mama, sua bicha, mama
    esse cacetão que tu queria,
    coloca minhas bolas na boca,
    engole essa pica que vou
    foder tua garganta e encher
    de leite!
    Eu disse que não queria que
    ele gozasse ainda porque
    queria que ele me fodesse,
    mas ele respondeu:
    – Calma, putinha, vou gozar
    na tua boca pra tu engolir
    tudinho, porque viado tem
    que tomar leite, e depois
    meto nesse rabo. Eu dou
    duas sem problema nenhum!
    – Vai, chupa que vou te dar
    porra nessa boca!
    Voltei a mamar como ele
    queria, afinal era minha tara
    sendo realizada. Ele segurou
    minha cabeça com as duas
    mãos e começou a foder
    minha boca. De repente
    forçou pra baixo e soltou um
    jato de gala pela minha
    garganta abaixo e não
    deixando eu sair, mesmo me
    engasgando.
    – Aguenta, putinho, tu não
    queria mamar um macho?
    Então aguenta!
    Ele só tirou o pau da minha
    boca quando soltou o último
    jato de porra e disse que
    era pra eu lamber cada gota
    que saísse do pau dele. Eu
    obedeci, claro... Perguntei se
    tinha sobrado leite pra ele
    gozar me comendo e ele
    disse que tinha pra mais
    duas fodas. Ele disse que
    era pra eu ficar mamando ele
    até recuperar o fôlego, pra
    depois meter no meu cu. E
    assim ele fez!
    O pau dele não amoleceu e
    depois de uns 10 minutos,
    disse que queria me foder de
    quatro. Eu fiquei de joelho no
    banco no passageiro e ele
    em pé, fora do carro. Estava
    com um pouco de receio,
    mesmo adorando aquele
    dotado, eu nunca tinha dado
    pra um tão pauzudo como ele
    antes, mas o tesão era muito
    e não desisti. Ele saiu do
    carro e ficou em pé ao lado.
    Mandou eu ficar de quatro,
    eu dei uma camisinha pra ele
    e ele disse que não iria me
    comer com camisinha porque
    ela arrebentaria e se eu
    quisesse dar pra ele seria
    sem.
    – Não meto com camisinha,
    aperta e não sinto nada,
    gosto de meter sem pra
    sentir o buraco – disse ele.
    Concordei pelo tesão ser
    muito e a situação, única.
    Disse que queria que ele
    tirasse quando fosse gozar,
    mas ele não respondeu nada.
    Disse apenas pra eu virar a
    bunda pra ele meter logo.
    Fiquei de quatro no banco,
    bem empinado pra ele, e abri
    a bunda. Coloquei bastante
    saliva no cu pra facilitar, e
    ele no cacete. Ele começou a
    forçar a cabeça do pau no
    meu cu, que não estava
    relaxado ainda. Cuspiu bem
    na portinha do meu cu e
    forçou de novo. Eu ouvi
    aquele “ploft” e senti uma
    baita dor quando entrou a
    cabeça e um pouquinho do
    pau. Deitei-me pra frente pra
    tirar o cacete de dentro pra
    passar a dor e ele disse:
    – Não quer dar o cu? Tem
    que aguentar!
    Esperei alguns segundos a
    voltei à posição que estava
    antes. Ele deu outra cuspida
    no meu rabo, segurou minha
    camiseta e meteu tudo de
    uma vez!
    – Isso foi por tu ter fugido
    antes, agora vai sentir tudo
    dentro de uma vez só! –
    disse ele.
    Gemi de dor e ele metia sem
    pena. Tirava o pau até a
    metade e socava com força
    tudo de novo até as bolas.
    Com o tesão, a dor foi
    passando e eu comecei a
    sentir prazer.
    – Vai, policial pauzudo, come
    esse rabo com vontade! –
    gritava eu.
    – Humm, tá gostando de
    levar este mastro no cu, né,
    viadinho? – ele respondia.
    Eu rebolava na vara dele e
    pedia mais e ele gostava
    daquilo e metia com mais
    força ainda. Ele tirou todo o
    pau do meu cu porque queria
    ver como estava e disse:
    – Nossa, tô fazendo um
    estrago nesse cu...
    Deu outra cuspida e socou
    tudo de novo até as bolas e
    mexia pra valer. Ficamos
    assim por uns 15 minutos e
    ele queria que eu sentasse
    nele. Tirou de dentro e disse
    pra eu me levantar porque
    queria se deitar no banco
    pra eu cavalgar. Eu obedeci.
    Ele se deitou segurando o
    pau e disse pra eu abrir bem
    a bunda e sentar:
    – Quero ver meu pau
    entrando nesse cuzão...
    Eu cavalgava como um
    potranca e enterrava tudo
    no cu e rebolava deixando
    ele louco de tesão.
    – Tu gosta de um cavalo,
    hein, égua. Pau pra ti tem
    que ser desse tamanho, né,
    se for menor, não te
    satisfaz!
    Depoisde alguns minutos
    cavalgando, ele mandou-me
    sair, levantei e ele veio
    junto dizendo pra eu me
    debruçar no capô do carro e
    abrir bem a bunda. Ele veio
    por trás e meteu, pegou no
    meu cabelo enquanto me
    fodia e dava palmadas na
    minha bunda.
    – Assim que eu gosto, uma
    putinha que gosta de levar
    meu pauzão sem reclamar!
    Ele gemia me comendo e
    disse:
    – Tu quer mesmo que eu
    goze fora, não quer sentir a
    porra do teu macho no rabo?
    Eu pensei, mas já que eu
    tinha engolido a porra dele,
    qual a diferença de ele gozar
    dentro?
    – Quero sentir essa porra
    no cu, enche meu cuzinho de
    gala! – implorei.
    – Eu sabia, putinha, que tu
    ia querer, e mesmo que não
    quisesse eu ia gozar dentro
    mesmo, porque comigo é
    assim, encho de porra!
    Ele meteu com mais força e
    rápido e a gemer mais forte.
    Não demorou muito e ele
    explodiu porra no meu cu
    com vontade e apertava o
    pau com força dentro.
    – Toma, sua putinha, toma o
    que tu adora levar de macho!
    Enquanto não parava de
    gozar, ele mexia o pauzão
    dentro e apertava com força.
    Depois de jorrar a última
    esporrada, ele tirou o pau
    de dentro, porque queria
    ver a porra saindo do meu
    cu.
    – Abre esse rabo e força
    pra sair a porra, quero ver
    ela saindo. Curto ver minha
    gala saindo de um rabo
    depois que gozo.
    Eu queria gozar também e
    pedi pra ele se escorar no
    carro porque eu ia mamar ele
    pra gozar (o pau dele não
    sujou de nada além da
    porra). Ele ali parado com a
    farda arriada até a canela,
    com aquele mastro meia
    bomba, aí eu comecei a
    mamar e lamber suas bolas
    enquanto batia uma. Que
    delicia, engoli o pauzão e dei
    uma baita gemida quando
    gozei. Limpamo-nos com
    papel higiênico e nos
    vestimos. Saímos daquela
    plantação em direção ao
    nosso rumo e perguntei se
    valeu a pena. Ele respondeu:
    – Porra, se valeu! Tu sabe
    dar o cu melhor que qualquer
    mulher, até melhor que a
    minha!
    Continuamos com o papo e
    um pouco antes de chegar ao
    destino perguntei:
    – Já que tu disse que tinha
    porra pra três gozadas,
    deixa eu tirar leite desse
    cacete mais uma vez?
    – Só se for no boquete, tô
    cansadão depois daquela
    foda...
    – Sim, é no boquete mesmo,
    porque eu não aguentaria de
    novo esse mastro no meu
    cu, já levei surra demais
    dele hoje...
    Parei em outra entradinha
    deserta e ele disse que
    queria ser mamado deitado
    no banco e eu de joelhos do
    lado de fora do carro. Fui do
    lado do caroneiro e baixei a
    calça dele, caindo de boca
    novamente. Chupei e lambi as
    bolas dele por um bom tempo.
    Depois de duas gozadas, a
    terceira demorou um pouco.
    Depois de gozar pela
    terceira vez e eu tomar toda
    a porra dele de novo, limpei
    todinho e ele se vestiu. Eu
    não quis gozar desta vez
    porque queria bater uma
    mais tarde lembrando a foda.
    Quando chegamos à cidade
    onde ficaríamos, deixei ele
    perto do posto policial
    rodoviário, mas antes dei
    meu fone pra ele, caso
    quisesse repetir e fui embora.
    Autor: Punhetista 


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