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    sexta-feira, 26 de novembro de 2021

    Prive Contos Eróticos - Uma Partida Prazerosa com meu Primo



    Nem tudo é o que se parece... Marcos é um garoto de 18 anos, corpo normal e uma simplicidade muito especial, mora com sua mãe e seu pai, filho único é tido com carinho por sua família.

    Começando a faculdade de Jornalismo ele vê na comunicação uma fonte do futuro e busca ousar nas suas escolhas, tido por muitos como um garoto de inteligência e muito educado Marcos analisa seus sonhos e o vive com muita intensidade.

    Foi no amor pela família que este garoto se deixou levar, desde o primeiro beijo, ao primeiro amor da adolescência, que nosso protagonista se viu entender, fazer suas escolhas, pois de pulso forte e um gênero digamos digno de respeito, com sua opinião formada ele sabia o que faria.

    A primeira namorada era muito especial, e foi nela o primeiro encanto de menino, primeiro beijo e os momentos de caminhada no parque, o sexo naquela época era
    pouco dito, mais sentido no volume que o fazia sentir o tal prazer.

    O menino de beleza natural, uma simplicidade encantadora crescia e via na sua sexualidade um distúrbio de pensamentos, se encantava por todos e todas, se deixava apaixonar pela vida, pelos corpos das garotas e dos garotos, mais ele não se resolvia, se via perdido em um prazer que ele mesmo desconhecia.

    Sua primeira transa foi com uma menina do colégio, seu nome era Samara, bonita, loira de olhos castanhos e um jeito de convencer qualquer homem a ficar nos seus pés, logo a garota de 16 anos era um mulherão, peitos fartos, pele lisa e uma bunda realmente aos moldes das nossas cantoras de funk.

    Na época o menino de 14 anos, também já desenvolvido em alguns sentidos sabia a beleza daquela joia que estava em suas mãos, e fez muito bem feito, para ele foi uma transa memorável, afinal, ele estava ali deixando de ser virgem e pegando a garota mais linda do colégio, os garotos morria de inveja e ele de felicidade, pois a menina bonita era muito boa também na cama, nos momentos e movimentos.

    A vida passa e o garoto cresce, e neste 18 anos ele viveu muito além do que esperava, teve garotas loiras e morenas, bonitas e nem tanto; simpáticas e patricinhas, mais também a consciência de que ele ousava e tinha seus limites, seus outros desejos.

    Marcos escrevia na sua linha da vida algo que nunca sonhou, e foi nesta descoberta que ao iniciar seu coração via um engano próprio, nosso menino então refletia a todo momento, pensava e se via perdido no sexo que nunca fez, ou na mentira que sempre disse pra si mesmo.

    Era ele agora ali se vendo apaixonado, ou talvez somente encantado por uma pessoa diferente, pessoa esta que ele chamava de primo; era duvidoso demais pra ele, triste demais
    para seu olhar intenso, mais era também a vontade que se instalava em seu coração.

    Seu primo nunca saia da casa dele, era uma meia amizade, e nisso surge sentimentos que o faz duvidar de sua tal masculinidade que muitos hoje em dia fingem ter, ele então olhava Fabio, de 21 anos, pernas de um jogador de futebol, jeito de um homem, ou garoto, esta era a duvida.

    Fabio curtia jogar videogame, era simples e um moleque que jogava futebol de verdade representando a cidade em um time profissional; sem namorada era o pegador da família, que via na casa de Marcos a diversão, pois era algo familiar, muita gente e alegria a vista.

    O sentimento de Marcos se deixava liberar as noites de autoconhecimento, e em punhetas batidas e sentimentos do imaginário ele se via perdido em seus desejos, pensava que era um distúrbio, mais era melhor que isso.

    Numa noite o pai e a mãe do nosso garoto resolveu viajar ficaria na casa apenas ele e o então morador de todas as horas Fabio, que convidado por dona Ilma dormiria na casa pra ajudar a cuidar; de imediato Marcos detestava a falta de confiança de seus pais, mais se deixava permitir diante daquela presença no mínimo prazerosa.

    Assim o destino escrevia novos momentos, e diversos prazeres, Fabio curtia o convite e a noite seria ali uma criança, eram mais de 21 horas e a casa estava vazia, somente Fabio e seu videogame, Marcos ainda não chegará da faculdade.

    Eram 22h50min e nosso menino tocava a campainha, cansado ele cumprimentava Fabio e corria pra seu quarto, dizia estar cansado, mais logo no cair de um banho ele se despertava pra vida, e percebia que estava sozinho com o homem, ou o garoto que tanto desejava, mais e agora, ele era hétero aos olhos de todos, mais também era um sentimento, um desejo.

    Retornava pra sala e seu primo estava se dedicando ao tal jogo, parecia uma criança jogando, “e que criança” pensava Marcos, coxas lindas e um corpo bem definido, sorrindo ele convidava ele pra jogar, e ai ele não poderia recusar.

    Eram agora dois belos meninos e curtir, risada e olhares, momento engraçado, mais visto por Marcos como diferente, estar ao lado daquele primo desejado, se divertindo era muito além de um momento, era a realização de uma fantasia sexual, que se deixava rolar, mais a conversa de Fabio parecia querer algo a mais, logo convidava Marcos pra curtir e tomar umas cervejas, ele ria e recusava, pois não tinha costume de beber, mais diante de muita insistência ele acabava cedendo.

    Fabio foi de carro em busca da bebida da noite, e Marcos a jogar...
    Já passava da meia noite e a bebida era a diversão de dois meninos fazer campeonato de videogame, logo era a valer, e em tom de brincadeira um pedia algo para o outro, logo a diversão parecia chamar a atenção para o momento.

    Fabio não era mais criança e pedia algo ousado pra Marcos, disse que quem perdesse teria que deixar o outro passar a mão na bunda do outro, rindo e já meio sem nexo diante de algumas latinhas tomadas aquilo era realmente uma diversão perigosa demais.

    Fabio perdeu, e ali Marcos poderia passar a mão na bunda daquele baita homem, um jogador de futebol, dono de belas coxas e uma bunda bacana, e sem muito ousar ele abaixava a bermuda e deixava, rindo ambos parecia não medir o perigo do pedido.

    Certa hora a brincadeira inocente tomava tons de sério, e ao abrir um pedido Fabio mandava Marcos passar a mão na sua rola, e isso virou piada no ouvido do nosso protagonista, mais ele não fazia nenhuma brincadeira, o pedido era aquilo mesmo, e como Marcos perdeu deveria obedecer, e sem graça ele fazia, pois com a bermuda abaixada Fabio colocava diante daquela mão um volume grosso, fazendo com que Marcos pudesse por cima da bermuda passar a mão e admirar com os olhos.

    Abraços, sorrisos e sexo, logo as brincadeiras virava prazer, nosso menino se deixava seduzir e logo Fabio provocava a inocência de Marcos, mãos a se perder, sentimento a se confundir.

    Aqueles meninos ali jogados na cerveja, naquela sala ao som de um videogame, logo as pegadas viraram viadagem, e o primeiro beijo não demorou pra acontecer, era dois primos e se beijar loucamente, onde

    Marcos se perdia no corpo de Fabio e ele a acariciar o rosto sem menos dar importância a sexualidade.

    Aquele jogador de futebol parecia ir além, e aqueles dois homens se entendiam como dois bêbados, mais muito lúcidos ao que estava por vir, pois as pegadas fortes, o conhecer de dois corpos e o ousar de duas bocas faziam com que o sexo de ambos se armasse praquela sensação, ali ambos sentia prazer e cada um ousava com seu brinquedo.

    Esperto e mandando, assim Fabio fazia de Marcos o primo passivo, em mãos que navegava em todo corpo, a bunda de Marcos era o alvo, e as roupas já caiam sobre terra, era agora somente dois homens, meninos ou garotos a se entender, eram dois primos que entendia sobre sexo, mais apenas fingiam de inocentes.

    Boca com boca, cariciam fortes e o corpo de Fabio tanto antes desejado nunca se perdeu com uma mão que entendia cada lance, sexo e muito além de uma noite, era uma transa que parecia a roda da inocência, mais também da perversão, afinal era dois primos, dois homens.

    Logo cada um se via, se tocava, pelados a pica de ambos era conhecida, e as mãos dos dois se permitia tocar, a de Fabio era realmente grossa, longa e muito bonita, a fazer com que Marcos sentisse água na boca.

    Por sinal a de Marcos não ficava pra trás, era menor que de seu primo, mais também grossa o fazia ele se punhetar e se entender sem medo de tudo aquilo, ambos se fazia de verdade descobridores de dois corpos, em beijos nosso Fabio o fazia lamber todo seu peitoral, onde
    Marcos não se fazia de tímido, aproveitava e conhecia cada parte do corpo daquele primo jogador de futebol, e as coxas eram brinde diante da pica que logo era colocada em toda sua boca.

    Marcos aproveitava, e pela primeira vez mamava gostosamente naquele mastro desejado, sentia o gosto do sexo do seu primo e se engasgava na tentativa de engolir ainda mais o sexo dele.

    Sua boca estava cheia, grossa e gostosa nosso menino gemia, se sentia possuído pelo sexo de outro homem, e Fabio conduzia aquele momento para o arrancar de um cabaço, onde suas mãos se deixava permitir e aquele cuzinho antes nunca tocado agora era acariciado sem medo, sem pudor.

    Beijos se tornavam brindes e o suor viraria palavra de ordem, o videogame enfeite para o momento, ambos pensava apenas em se tocar, e com a boca cheia, Marcos se preparava pra se conhecer, e de quatro tinha sua bunda acariciada, mordida e seu cuzinho virgem era dedado, conhecido.

    Era o garoto hétero da família a se entregar para o primo jogador de futebol, era ele ali de quatro sentindo gosto de ser dominado, de quatro ele sentia a língua de seu macho a lamber com vontade seu buraquinho, suor e gemer era palavra de ordem, o corpo de Marcos se arrepiava diante do sexo ousado, seu corpo se deixava entregar diante da pegada firme e ambos não entendia mais nada, apenas fazia.

    Ele queria mesmo é ser enrabado, possuído com vontade, e o desejo de sentir aquela língua se tornava arrepios de vontade de ter a geba grossa de seu primo, de dar gostoso e sentir perder de um cabaço anal;

    Marcos então pedia, ordenava pra que Fabio não o deixasse mais com vontade e logo arrombasse aquele cuzinho virgem, sem pedir duas vezes, o jogar de cerveja, e o lamber continuava, mais era agora o desejo por meter e gozar gostoso.

    Com dois dedinhos no seu cuzinho Marcos sentia Fabio jogar cerveja naquele anelzinho, e colocar diante da portinha virgem sua rola grossa, que logo o fazia sentir uma dor infernal, mais era algo que ele queria sentir, queria perder.

    Fabio então introduzia cada centímetro dentro do cuzinho de Marcos, que se contorcia em dores, mais se deixava levar e perder gostoso, ele então rebolava em jesto de querer aguentar e levar pica com mais força.

    Fabio estava ali, comendo a enrabando gostoso o primo predileto da família e o videogame virou um jogo de sexo anal, e Marcos a gemer, rebolava e aguentava com vontade, suava muito e tinha em seu cuzinho o arrombar, uma rola grossa e grande, uma rola a meter com vontade, e de quatro ele sentia a força de uma batida e a resistência de um jogador de futebol a comer seu cuzinho.

    O sexo viraria um arrombo, Fabio gemia e via sua pica judiar aquele primo que de quatro segundo no sofá se deixava judiar, ele então mesclava o tirar de sua e o enfiar seus dedinhos e fazendo ele se contorcer ainda mais, ali era dois homens a trepar sem medo.

    A pica rolava solta, gemidos eram ousados e Marcos virava uma puta na rola grossa, o menino hétero se entregava e agora eram dois garotos, e ele ali sofrendo com uma tora na bunda, gemendo, suando e esperando o derramar do leitinho de Fabio.

    Puxando seu cabelo ele bombeava com muita força, o fazia sair de si, perder o nexo de um gostoso sexo e ter no seu cuzinho arrombar de um prazer que sempre desejou, gemia mesmo, sem medo de nada e dava com vontade.

    O prazer tomava conta de nosso protagonista e ele sentia a dor de ser arrombado por uma rola de um macho, e logo as estocadas virava um sexo pegado, ele então deitava no sofá e de perna pra cima, ele sentia agora a rola de Fabio o conduzir ao auge, era ele de pernas apoiadas no peitoral do seu parceiro enquanto a rola dele era introduzida sem medo, com vontade e um socar gostoso, em um meter suado.

    Era Marcos a ser comido com vontade, sentia em seus pês o peitoral de seu comedor, e a pica toda a sair e entrar, o gosto do sexo, no auge do prazer, era ele ver seu corpo a ser fudido pelo homem desejado, que batia um bolão em cada estocada, em cada vai e vem, em gemer, em suor e em movimentos ambos se entendia o toque, o beijo, o colar de dois corpos fazia daquele sexo um encontro prazeroso e ousado, gostoso e suado.

    Logo o sexo se tornava o gozo, o sexo se tornava gemidos de um gozar, e Marcos sentia o escorrer da porra de Fabio em seu cuzinho, ele além de arrombado agora estava cheio de porra, ele sentia o gosto de um prazer, de um encher do sexo.

    Ali seu cuzinho sentia o leite derramar e seu macho suando o encher do gosto, era o final de uma transa, mais o prazer de um momento único, quanto o garoto se entendia, onde sua transa o fazia se entender, onde o primo jogador de futebol o comia e fazia seu sentimento se esclarecer.

    Todo gozado ele se sentia cansado, mais realizado, logo Fabio saia de cima dele e em beijos o fazia ter o sentimento de um momento, nossos garotos então juntos iam para o chuveiro e ali o banho do sexo despertava, em cair de águas Fabio e Marcos se curtiam, se sentia em beijos de um sexo.

    Assim a noite dos nossos garotos apenas começava, ambos ali juntos, curtia as cervejas e o prazer, eram tipo um casal no sofá, era dois garotos, dois roludos a se fuder, e assim ficaram toda semana, se conhecendo, se entendendo.

    Fabio e Marcos eram mais que primos, eram ambos a se curtir, onde um sentimento começou a surgir, mais com respeito, pois cada um tinha seu dia e afinal eram parentes, mais o sexo os conduzia a vida e o namoro secreto de primos de tornava verdade.

    Em noitadas cada um a se entender, em beijos, em gestos se formava um sentimento de primo, ali a vida reservava a ambos o auto conhecer e cada um seguia, pois o jogador de futebol lidaria com o machismo, e nosso Marcos com ele mesmo, mais pra ambos o que importava era o momento e logo ficaram mais próximos para o assustar da família, mais para o gozar de ambos.

    Ao leitor digo; acredite no amor, acredite em você mesmo, pois na vida não importa quem somos, mais sim o nosso momento, aproveite cada sentimento do sexo, cada beijar na boca, cada ousar de uma transa e viva como sempre quis, pois ter medo de ser você mesmo é se esconder numa mentira e se enforcar numa falsa verdade.

    #Fim



    Autor: Danyel
    escritordanyel@hotmail.com

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